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Advogado diz que acusado de agredir mulher "não era nem para ter sido preso"

O mais recém-empossado Membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/Patos-PB José Corsino Peixoto Neto, que acompanhou a audiência entre o acusado Marileudo da Silva Arruda (27) que teria cometido violência contra a companheira Maria José Caiana Monteiro (38), disse que ele nem deveria ter sido preso.

Maria José esteve na Delegacia no mesmo dia que teria sido agredida e denunciou a violência que teria sido cometida pelo seu companheiro. A confusão aconteceu na Rua Dinamérico Palmeira no bairro do Jatobá no último dia 12 de agosto, por volta das 18h e segundo ela, sem um motivo aparente. Disse que estava bebendo com o companheiro e de repente iniciou-se uma discussão entre eles que culminou com as agressões.

O advogado Corsino Neto considerou as agressões como “leves”. Ele disse que o que há no caso é “uma espetacularização e uma publicização do Direito Penal do que propriamente algo danoso no fato”.

Corsino considerou relevante a decisão da Justiça em conceder Habeas Corpus ao acusado, que estava preso, depois que foi denunciado e ouvido pela delegada Plantonista que teria o encaminhado ao presídio por não ter, supostamente pago fiança.

O advogado disse que era para ter sido apenas Lavrado um Termo e o suspeito de ter cometido as agressões, solto, visto que nos Autos há além das lesões uma ameaça e que “quando se bate se absolve a ameaça”, garantiu.  

Ele acusou a imprensa de espetaculização sobre o fato e disse que o que houve foi uma publicização na notícia produzida pela imprensa patoense.






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