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Dnaldinho não cumpre promessas de campanha e professores prometem greve geral


O prefeito de Patos, Dinaldinho Wanderley (PSDB), mal iniciou seu segundo ano de mandato à frente do executivo municipal, e já enfrenta a insatisfação da população com sua administração. O alvo agora é a educação.

Uma assembleia geral, convocada pelo Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos e Região (SINFEMP), convocando todos os professores e demais profissionais do Magistério Público Municipal para a próxima terça-feira, dia 17 de abril, às 16:00 horas, no Auditório da Associação Comercial e Industrial de Patos (ACIAP), ameaça deflagrar greve por tempo indeterminado.

Os professores estão reclamando que a maioria das escolas e creches não foram feitas as reformas prometidas pela gestão, especialmente com os 10% do dinheiro que foi disponibilizado pela categoria, exclusivamente para a educação e mais os 40% do rateio do FUNDEF de 2017, que chegou a mais de 6 milhões.

A falta de material didático/pedagógico, como também as péssimas condições estruturais, tais como: banheiros quebrados, portas quebradas e muitas sem trincos, ar condicionado quebrados, ventiladores sem funcionamento, lousas quebradas, matagal tomando de conta na parte interna e externa, dentre outros, dificultando a oferta de uma educação pública, gratuita e de qualidade para a população.

Como se não bastasse, ainda estão dificultando a liberação das licenças–prêmios para os professores, mesmo os que estão prestes a se aposentarem e se não gozarem esse direito agora irão perder, pois não se incorpora mais para a aposentadoria, depois da Constituição de 1988.

As ascensões por titulação também estão sendo colocadas a prestação, além do forte assédio moral nos locais de trabalho, com início da greve dos servidores de apoio que querem que os professores façam a limpeza da escola de uma maneira ou de outra.

Já os demais profissionais do magistério não estão sendo respeitados de acordo com a lei aprovada em 2016 que assegura o recebimento de salários, quinquênio e incentivo à docência, para psicólogos, assistentes socais e orientadores educacionais.

Para a presidente do SINFEMP, Carminha Soares, a situação é de tamanha gravidade em todos os aspectos e no entanto, a gestão não agiliza essas reformas, apesar de terem sido encerradas as aulas nas creches em novembro de 2017, tendo os meses de dezembro, janeiro e fevereiro para que tudo fosse resolvido.

Já o sindicalista José Gonçalves, destacou que as condições de trabalho em especial para as auxiliares de serviços e merendeiras são as piores, sem material, sem equipamento de proteção individual e pior que a gestão se nega a implantar a insalubridade dessas categorias, por isso entraram em greve.

Gonçalves ressaltou que os professores estão revoltados com a situação e poderão não fazer a greve, mas paralisar as atividades devido as péssimas condições acima mencionadas.

O SINFEMP irá discutir essa situação e defender a proposta de paralisação também de todos os professores e demais profissionais do magistério de Patos na próxima terça-feira na Associação Comercial de Patos.


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