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Ferimentos no Parque do Povo podem não ser por agulhas, diz polícia


Os casos de perfuração ocorridos no Parque do Povo, durante o Maior São João do Mundo, não podem ser considerados como ferimentos causados por agulhas, mas sim por objetos cortantes diversos, como estiletes, vidro ou facas. A informação foi dada na tarde desta sexta-feira (15) durante uma coletiva do delegado Henry Fábio, que investiga os casos, e a secretária de Saúde Campina Grande, Luzia Pinto.

De acordo com a repórter Mayara Medeiros, da TV Correio, Luzia Pinto afirmou que solicitou, mas não obteve acesso as fichas de atendimento das vítimas que deram entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

Com isso, não se pode ter certeza que os ferimentos foram feitos apenas por agulhas. Além disso, a secretária informou que não houve comprovação de infecção por sangue contaminado.

Ainda segundo Mayara Medeiros, o delegado Henry Fábio contou que já ouviu 16 pessoas vítimas dos ferimentos, que duas delas registraram Boletim de Ocorrência sobre o caso e apenas uma das vítimas resolveu levar o caso à Justiça.

O caso

Os ferimentos cortantes provocados em pessoas dentro do Parque do Povo começaram a ser percebidos no sábado (9). De lá para cá, 34 pessoas já deram entrada no Trauma alegando terem sido feridas por agulhas.

Um inquérito policial foi instaurado para apreensão dos possíveis agressores, na tarde dessa quarta-feira (13). O delegado Henry Fábio enfatizou que o trabalho da segurança está encaminhando e que a importância das denúncias, anônimas (através do número 197) ou não, são de cunho relevante para ajudar no desfecho desse caso.

Portal Correio
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